| A numeração refere-se às páginas do livro impresso da edição de Julho de 2008. | |||||
| Manga (Mangifera indica) Alcança de 35 a 40m de altura. Seus frutos são providos de altas doses de vitaminas e sais minerais, especialmente vitamina C (27,7mg/100g) , B6 (0,134mg/100g) e proteínas (0,51g/100g). - pg. 15, 16 | Betel (Piper betle) Planta medicinal usada largamente na Índia como estimulante, antisséptico, vermífugo e coadjuvante na lactação. - pg. 15, 28, 29 |
||||
![]() |
![]() |
||||
Tulasi (Ocimum sanctum) Planta aromática e medicinal usada em Ayurveda. - pg. 18
|
Sicômoro (Ficus sycomorus) Originário da África do Sul ao Senegal e Península Arábica e Madagascar. Cultivado em Israel, Egito e Síria. - pg. 79, 143 | ||||
![]() |
![]() |
||||
| Lótus (Nymphaea caerulea) Planta sagrada no Egito, com propriedades psicoativas, contendo alcalóides como nuciferina e apomorfina, com propriedades anti-espasmódicas, calmantes e sedativas. O lótus branco (Nymphaea lotus) não contém quaisquer propriedades da espécie azul e foram encontradas na tumba de Ramsés II. - pg. 160 | |||||
|
![]() |
||||
| Papiro (Cyperus papyrus) Cresce de 4 a 5m de comprimento, praticamente extinto no Egito em estado natural. Era usado para o fabrico de um tipo de papel grosso (papiro).- pg. 9, 162, 187, 188 | Mamona / rícino (Ricinus communis) Plantada no Egito desde 4.000 a.C., suas sementes são venenosas com índices de fatalidade de 97,3% dos casos. A ricina, extraída das sementes, mata rapidamente por injeção, ingestão ou inalação, sem antídoto conhecido. - pg. 160 | ||||
![]() |
![]() |
||||
| Cúrcuma (Curcuma longa) Usada como especiaria e remédio, com propriedades antissépticas e anti-inflamatórias. O princípio ativo, curcumina, está atualmente sendo utilizado em larga escala para tratamento de câncer do pâncreas, mieloma, mal de Alzheimer e câncer coloretal, além de protetor solar- pg. 151 | Gergelim (Sesamum indicum) Ainda existente em estado selvagem na África. Do assírio shamash-shammū (planta de óleo), era colhida no Egito, e não domesticada durante o Período Pré-Dinástico. Na Babilônia a mistura de sementes de gergelim com mel (halva) era muito usada por mulheres para preservar a saúde e juventude. Contém doses significativas de vitamina B1, E, fitoestrogênios e propriedades anti-oxidantes e anti-cancerígenas. - pg. 168 | ||||
![]() |
![]() |
||||
Cedro do Líbano (Cedrus libani) Árvore com folhas escuras verde-azuladas, alcançando de 30 a 40m, por vezes 60m. Sua madeira é perfumada e com cor avermelhada clara, com propriedades de afastar traças e outros insetos.- pg. 168, 173
|
Bálsamo, bálsamo de Meca, ou gilead(Commiphora gileadensis ou Commiphora opobalsamum) Goma resinosa importada da região do Sul da Arábia e Palestina, usada como perfume e material de mumificação, o que fazia o processo caro. O nome mais conhecido é opobalsamo, igualmente citado na Bíblia como Bálsamo de Gilead (Gen. 37 e Jer. 8 e 46) - pg. 168 | ||||
![]() |
Cânfora (Commiphora sp.) Gênero de plantas com aproximadamente 150 espécies. Várias espécies existiam no norte da África e Oriente Médio, entre elas o Bdélio (C. africana), em acádico bdulhu. Fórmula 1,7,7-trimetilbiciclo [2.2.1]heptano-2-um. Do árabe kafur e em Dravi karpooram. Tem propriedades antimicrobianas, usada em mumificação. - pg. 90 |
||||
Linho (Linum usitatissimum) Extensivamente cultivado no Egito, chegando a 1,20m de altura, utilizado para tecidos de grande resistência e duração. Suas sementes também são utilizadas como alimento e remédio. - pg. 82, 84, 99, 168, 173, 174
|
Trigo (Triticum spp.) Espécie de gramínea, cuja genética é a mais complicada das plantas domesticadas: diplo, tetra e hexaplóides, com traços de hibridação ao longo dos milênios, com tipos durum, spelta e outros. A domesticação do trigo iniciou-se no Crescente Fértil perto da Anatólia, durante o Neolítico, com amostras encontradas datando de 8.500 anos. No Egito, desde 13.000 anos atrás, grãos eram largamente usados; há 8.500 anos era mais comumente usada a espécie Triticum monococcum, derivada da espécie selvagem Triticum boeoticum - pg. 100, 138, 158 | ||||
|
![]() |
||||
Mirra (Commiphora myrrha ou Commiphora molmol) e (Balsamodendron ehrenbergianum) Resina vermelho-amarronzada usada como perfume desde a Antigüidade. - pg. 173 |
|||||
![]() |
![]() |
||||
| Cevada (Hordeum vulgare) Usada como ração animal e para produção de bebida maltada (cerveja) e pão.- pg. 138, 158
Em egípcio, jt
|
Sorgo (Sorghum bicolor) Gramínea vastamente cultivada no Egito antigo como alimento humano e de animais. Existem aproximadamente 30 espécies utilizadas, sendo a S. bicolor a mais antiga nas lavouras.- pg. 158 | ||||
![]() |
![]() |
||||
| Cebola (Allium cepa)Usada desde a Idade do Bronze como alimento, remédio e planta ritualística no Egito Antigo. Traços de cebola foram encontrados nas órbitas da múmia de Ramsés IV por motivos rituiais.- pg. 136 | Figo (Ficus carica) Árvore alta, de madeira boa usada para caixões de múmias no Egito, com frutos doces. Os frutos do Sicômoro igualmente eram usados como alimento. Foi provavelmente a primeira espécie domesticada, com fósseis datando de 9.400-9.200 aC, encontrados na vila neolítica de Gilgal, no Vale do Jordão. - pg. 160 | ||||
![]() |
![]() |
||||
| Tãmara (Phoenix dactylifera) Palmeira com fruto muito doce, usado como alimento e remédio. O vinho de palma, hoje chamado lāgbī, é feito a partir da seiva da palmeira (gur), e contém alto teor alcoólico, sendo por isso igualmente usado nos processos de mumificação. Outras partes da palmeira usadas como remédio são as castanhas dos frutos, raízes, pólen e a goma exudada do caule quando ferido. - pg. 139, 155, 167, 168, 178, 179 | Goma arábica (Acacia senegal) É produto de uma árvore da família das Acácias cuja seiva, depois de oxidada, é tanto comestível quanto usada como cola ou aglutinante solúvel em água. No Egito a árvore não era cultivada, tendo sua seiva somente obtida por método de extrativismo. - pg. 168 | ||||
![]() |
![]() |
||||